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VIVIANE | Discurso Direto
VIVIANE | Discurso DiretoDepois “Amores imperfeitos” (2005) e “Viviane” (2007), Vivianeestá de regresso aos discos com "As Pequenas Gavetas do Amor", um disco, onde nos convida a viajar pelo o universo do Fado e do Amor. O Portugal Rebelde, este à conversa com Viviane e desvenda-lhe agora em "Discurso Direto" os segredos de "As Pequenas Gavetas do Amor".Portugal Rebelde - O Fado, o Tango, a “Musette” e a “Chanson”, continua a ser o universo, por onde a Viviane nos transporta neste novo trabalho?Viviane - Sim, são as minhas influências que estavam guardadas numa das minhas gavetas à espera da minha carreira a solo. Acho que há um fio condutor entre estes estilos musicais nomeadamente a emoção e a energia que transmitem e é isso que procuro para as minhas canções. Além disso gosto muito da sonoridade acústica da guitarra portuguesa aliada ao acordeão aos quais quis juntar a bateria, o contrabaixo, a guitarra acústica e a flauta.PR - Numa frase - ou talvez duas - como caracterizaria "As Pequenas Gavetas do Amor"?Viviane - São doze canções, doze pequenas gavetas onde o amor é visto sob um ponto de vista mais universal, como uma energia que nos deve ligar á vida e ao mundo que nos rodeia, de uma forma positiva.PR - Um dos convidados, com que se cruza neste disco é António Zambujo. Como é que surgiu esta oportunidade?Viviane - Gosto muito do trabalho do António Zambujo, é um cantor que tem uma forma muito particular de interpretação. Um dia quando estava a ensaiar com a minha banda o tema "O tempo subitamente solto pelas ruas e pelos dias", imaginei o António a cantar esse tema comigo. Telefonei-lhe, enviei-lhe o tema e ele ouviu, gostou muito e aceitou.PR - “As pequenas gavetas do amor” traz a poesia e alguns grandes escritores portugueses como Vasco Graça Moura, José Luís Peixoto, Eugénio de Andrade, Fernando Pessoa, Ana Hatherly, Rosa Alice Branco e Ana Luísa Amaral. Neste trabalho também encontramos três temas da sua autoria. Esta é uma faceta, que a Viviane quer continuar a aprofundar?Viviane - Eu sempre escrevi letras, desde os Entre Aspas onde a maior parte das letras eram minhas. Agora continuo sempre a escrever, mas gosto também de poesia e de homenagear escritores portugueses. Os poemas que selecciono são poemas que gostaria de ter escrito e que enriquecem as minhas canções.PR - Depois do disco, as canções de "As Pequenas Gavetas do Amor", vão percorrer os palcos do país?Viviane - Sim as datas para já são:Abril:24 de Abril - Sines, 21.30h28 de Abril  - Teatro da Luz, 15.00h28 de Abril - Fnac Colombo,18.00h29 Abril - Fnac GaiaShopping, 22.00h30de Abril - Fnac Chiado - 17.00hMaio:14 de Maio - Fnac Coimbra, 22.00h15 de Maio - Fnac Leiria,17.00hPR - A que se ficou a dever a escolha de "As Pequenas Gavetas do Amor", para dar nome ao álbum?Viviane - Achei que esse título sintetizava bem a ideia que eu queria passar do conjunto das minhas canções, que falam no fundo da vida e das pessoas. Nós todos somos feitos de pequenas gavetas onde guardamos os nossos afectos, as nossas recordações, as nossas diferentes formas de amar. Algumas dessas gavetas estão fechadas mas vamos sempre a tempo de as abrir para encontrar a felicidade que no fundo se esconde em cada um de nós. PR - Para terminar, é nas "gavetas do amor", que guarda as recordações dos Entre Aspas?Viviane - Sim, dos Entre Aspas e dos outros projectos em que participei mas não os olho com saudade. Acho que foram sobretudo construtivos e ajudaram-me a chegar até aqui. Sou uma pessoa que vivo o dia a dia, gosto muito do presente e tento usufrui-lo da melhor maneira.Posted by Portugal Rebelde at 02:30
KOKUSYOKU SUMIRE NO MUSEU DO ORIENTE
Kokusyoku Sumire é um duo japonês de sonoridade e estética únicas. Yuka (soprano, acordeão, piano) e Sachi (violino, piano) transportam-nos através da sua música, fazendo-nos recuar no tempo até ao início do século XX. Um duo a ouvir e ver nem que seja uma vez na vida. Dia 1 de Maio, 21:30, no Auditório do Museu do Oriente.http://www.ruadebaixo.com/kokusyoku-sumire-no-museu-do-oriente.html
Rupa & April Fishes nas Festas do Almonda 2010
Começam este fim-de-semana (dia 2), e prolongam-se até ao próximo dia 12 de Julho, as mais interessantes festas de um Município do centro do país (Torres Novas) que poderia tornar-se num dos mais fortes e eclécticos festivais com muitas músicas do mundo, caso se assumisse como tal.As Festas do Almonda, habituadas a incluir em cartaz nomes que passam por festivais como o FMM, o Med e o Festim, apresentam este ano interessantes propostas como os norte-americanos Rupa & The April Fishes, a etíope Minyeshu, a fanfarra cigana romena Mahala Raï Banda, ou a cabo-verdiana Lura, para além de nomes emergentes nacionais como os Diabo Na Cruz, Anaquim, Virgem Suta, Cais do Sodré Funk Connection e a instituição Pop Dell Arte.Os espectáculos, com entradas gratuitas, realizam-se no lindíssimo e muito arranjado Jardim das Rosas.Programa:Sexta 2 JulhoGABRIELLA CILMIOs OutrosProva de FogoBomboca & Pirolito Dj-SetSábado 3 JulhoFESTIVAL DE FOLCLORECLOWN IN LIBERTÁVice-VersaPonto G Dj-SetDomingo 4 JulhoMAHALA RAI BANDAPOP DELL ARTEO Vilão Dj-SetSegunda 5 JulhoCAIS DE SODRÉ FUNK CONNECTIONTiago Santos Dj-SetTerça 6 JulhoDIABO NA CRUZGonçalo Castro Dj-SetQuarta 7 JulhoMINYESHUDub Bud Dj-SetQuinta 8 JulhoANAQUIMMau Dj-SetSexta 9 JulhoLURAOs Zé Pedro dos XutosLos GafasLovemakers Dj-SetSábado 10 JulhoRUPA AND THE APRIL FISHESVIRGEM SUTA4 FunLorenzFactor Dj-SetDomingo 11 JulhoHISTÓRIAS SUSPENSASMUXIMA HOMENAGEM AO DUO OURO NEGROTERTÚLIA DO FADO DE COIMBRAFOGO DE ARTIFÍCIOPara informações adicionais, consulte o blogue das Festas do Almonda.http://cronicasdaterra.com/cronicas/2010/06/29/rupa-the-april-fishes-nas-festas-do-almonda/
Fim de Ano de luxo com Melech Mechaya, Lousy Guro e Bailarico Sofisticado
http://cronicasdaterra.com/cronicas/2011/12/14/fim-de-ano-de-luxo-com-melech-mechaya-lousy-guru-e-bailarico-sofisticado/
Musicalidade e talento em concerto de Nanook
2012-01-25 Nascido na Ilha de São Miguel e licenciado em Biologia Marinha pela Universidade do Algarve, Tércio Freire é acima de tudo um apaixonado pela música. Conhecido no mundo artístico como Nanook, o compositor e cantor português esteve ontem, 20 de Janeiro, presente na Fábrica Braço de Prata para uma grande actuação em formato de “One Man Show”. Sem a sua habitual banda, Nanook fez-se acompanhar nesta noite apenas pela sua ampla gama de instrumentos musicais. Com a guitarra entre mãos, a harmónica na boca, o tambor no pé direito e a pandeireta no esquerdo, o multifacetado artista revelou ao longo de pouco mais de uma hora de concerto uma notável capacidade de coordenação na interpretação também ela vocal dos temas de sua autoria. Depois da edição do seu primeiro álbum “Step by Step” em 2007, gravado na sua totalidade em língua inglesa e divulgado na sua maioria por terras espanholas, croatas e eslovenas, Nanook veio a este espaço lisboeta apresentar alguns dos temas que farão parte do seu novo trabalho a editar “no espaço de um a dois meses”. Inserido num “projecto conceptual” mais abrangente intitulado “O Vagabundo”, este próximo álbum deverá surgir nas bancas com esse mesmo título. Compositor e letrista da totalidade do trabalho, Nanook afirma que “este vagabundo surge no sentido de uma pessoa que olha para a sociedade de outra perspectiva”, num estilo de música “com uma carga social muito forte que põe as pessoas a pensar”. Para quem esteve presente na actuação na agradável Sala Nietzsche da Fábrica Braço de Prata, as palavras do cantor ganham desde logo sentido. Numa onda jazzística com toques de folk e country, Nanook apresentou-se descontraído mas com uma enorme vontade de proporcionar bons momentos ao público presente. Interpretado logo no início do concerto, o single “Mais Perto Só” é um bom exemplo da bela musicalidade de um conjunto de temas cantados em português que tem também como grande trunfo a qualidade dos seus poemas. Encarando a música como “uma forma de provocar emoções sejam elas de perda, alegria ou tristeza”, Nanook parece ter capacidade para voar para outras paragens com este novo álbum. Com melodias envolventes marcadas pelo encantador som da harmónica, Nanook é mais um nome desta nova vaga de artistas portugueses que prometem trazer muito de bom à música nacional. http://hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=11647
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ARTISTAS
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